A partir de junho, dois mil lojistas irão compor a lista de vendedores parceiros. Com o novo posicionamento, que dará a possibilidade de finalizar a compra no site, o grupo quer estar presente em toda a cadeia do consumo on-line: desde a geração de tráfego até a compra.
A expectativa é de que no primeiro ano a receita oriunda desse formato seja de menos de 10%, mas em cinco anos deve ser a principal linha de faturamento da empresa, representando mais de 50%. Para dar suporte a estratégia, por meio do desenvolvimento de outras verticais e soluções, a empresa criou, no início do ano, a área de novos negócios, que tem destinado cerca de 30% de todo o investimento em projetos.
A migração a este modelo também chegará ao agregador Moda it, site que entrou no portfólio do grupo em 2012. A perspectiva é de que o Buscapé ingresse também em outros segmentos de alta recorrência, como o ramo de autopeças, medicamentos e alimentação.
Esse é um bom exemplo que não podemos ficar esperando as coisas voltarem a sua normalidade, temos que estar sempre prontos para mudar e fazer acontecer.
Fonte: https://www.mundodomarketing.com.br
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